NEWSLETTER MEDIA ENGLISH
O Arquivo Web do Notícias da Covilhã. Explore o passado deste jornal centenário
O Arquivo Web do Notícias da Covilhã. Explore o passado deste jornal centenário O Arquivo Web do Notícias da Covilhã.
Explore o passado deste jornal centenário

Miguel Castelo Branco teme que união dos hospitais seja decidida sem ouvir a região

2015-10-28

00:00    00:00

Entrevista ao presidente do Conselho de Administração do CHCB.

Em 2011 o Ministério anunciou uma reforma hospitalar, que passava pela criação do Centro Hospitalar da Beira Interior, mas nunca avançou. Recentemente falou-se na criação de um Grupo Hospitalar. O que tem faltado?
Miguel Castelo Branco – Acho que o que falta é a decisão. O que sentimos é que da parte dos profissionais há o reconhecimento da necessidade de haver articulação entre as várias unidades de saúde da Beira Interior. Depois há alguns receios, mais exógenos que endógenos aos hospitais, que têm a ver com as polémicas que existem na região há muitos anos relacionadas com a predominância de alguém ou não. E isto acaba por minar muito este tipo de processos. O que me parece é que é possível e razoável que se faça uma abordagem equilibrada no sentido de todos os hospitais ficarem bem no conjunto, sem desvalorizações, e no conjunto ganharmos todos. E isso acredito que é perfeitamente possível fazer. O processo não é rápido, precisa de envolver os profissionais dos serviços, de diálogo sobre as vantagens e como podem ser desenvolvidas. Mas enquanto não houver uma decisão sobre o assunto, provavelmente falaremos dele eternamente..
E a decisão tem que partir do Ministério..
Sim, porque estes hospitais são iguais no seu papel no Serviço Nacional de Saúde. Não há um que seja diferente dos outros. Se o Ministério da Saúde decidir que é para avançar com o processo de articulação entre as três instituições e criar uma entidade que faça a supervisão do processo, que a meu entender deve ser composta por pessoas dos três hospitais, penso que o processo poderá avançar. Se não for criado algo neste sentido, provalvelmente vai avançar muito lentamente ou até corremos o risco de um destes dias alguém decidir fazer de outra maneira. E esse é um risco maior porque podem não ter em consideração os interesses da nossa região.

(Entrevista completa na edição papel)



Autor
Susana Proença

Categoria
Secções Centrais

Palavras-Chave
hospitalar / Administração / CHCB / Centro / hospitais / Castelo / Branco / Interior / Beira / Ministério

Entidades
Miguel Castelo Branco / Conselho de Administração do CHCB / Ministério / Grupo Hospitalar / Centro Hospitalar da Beira Interior

Artigo Preservado pelo Arquivo.pt
→ Ver Original

partilhe!

veja também

Paulo Fernandes quer colocar região no radar

Novo presidente da CIM define objectivos, em entrevista ao NC...

Provedor pede qualidade nos serviços

Pedro Paiva não adianta quando salário e subsídio em atraso serão pagos...

VOLTAR À PÁGINA INICIAL